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Urtiarda-CCDP-Unidos de Rossas-ACDRP-GCRR-Amigos de Rossas-Sport Clube e Malta

Uma das maiores manifestações de solidariedade revela-se na assistência prestada aos mais desprotegidos através de várias instituições vocacionadas para apoiar os mais pobres, com donativos de diversas origens e o resultado dos peditórios efectuados durante a festa de Nossa Senhora do Campo e do Natal, cujos rendimentos beneficiavam um rol de famílias que ainda hoje são conhecidas.
Insere-se nesse espírito comunitário e de solidariedade social, a fundação da Cooperativa Agrícola dos Produtores de Lacticínios de Arouca, fundada em 1944, com sede nesta Freguesia e cujo primeiro posto de concentração de leite se instalou no lugar da Barroca, no edifício onde hoje funciona um café e mini-mercado, propriedade de José Ferreira de Pinho.

Reagindo às condições degradantes que lhe eram impostas pela indústria de lacticínios, os lavradores decidiram criar a sua Cooperativa, que só em 1953 iniciou a actividade, vencidos os obstáculos e as dificuldades que lhe foram criadas pela indústria e diversos organismos oficiais que a apoiavam.
Foi a 18 de Janeiro desse ano que no edifício escolar de Rôssas se reuniram muitas dezenas de lavradores a convite do Grémio da Lavoura e vindos de todas as freguesias do Concelho, para receberem a notícia oficial de que tinha chegado a “hora da libertação”. O anúncio do inicio da actividade da Cooperativa foi recebido com enorme entusiasmo e uma interminável salva de palmas.
Foi nesse clima de euforia que todos os presentes se inscreveram como sócios e decidiram convocar uma reunião para o dia 1 de Fevereiro, a fim de elegerem os primeiros corpos gerentes da Associação.

Mais tarde transferida a sede para a vila de Arouca, a Cooperativa Agrícola ainda hoje existe, reúne mais de cinco mil sócios e tem um património avaliado em mais de três milhões de euros.
Mas se esta foi a primeira associação criada em Rôssas, muitas outras, mesmo que informais, a antecederam ou se lhe seguiram, sobretudo as de carácter socio-cultural.

Em 1922 foi criado um grupo de teatro amador, que funcionou até aos primeiros anos da década de quarenta. A ele se associou uma pequena orquestra dirigida por Manuel Martins, da Barroca, que actuava nos intervalos.

Mas além desta orquestra, existia ainda uma tuna que actuava em várias circunstâncias e de entre os elementos que a constituíam sobressaía Manuel Duarte, da Póvoa. Estes dois pequenos núcleos musicais que revelavam apetência pela arte musical devem ter tido grande influência na criação da Banda de Música de Rôssas, fundada por Manuel Soares de Pinho Domingas que veio a dissolver-se em 1949.

Muitos dos seus elementos transitaram, então, para a Banda de Arouca. O grupo de teatro, que actuou pela primeira vez em público no carnaval de 1922, num palco sem dimensões e na loja de um edifício do Paço, também encerrou a sua actividade em 1940.
Foram precisos nove anos para que a tradição fosse retomada por iniciativa de Elisio de Azevedo que com um grupo de jovens do seu tempo se apresentou em público pela primeira vez e curiosamente, no Carnaval.

O grupo, que actuava no edifício da Barroca, pertencente à casa do Outeiro, já
tinha melhores condições de trabalho, que, mesmo assim, eram muito rudimentares. A partir de dada altura, o grupo adoptou o hino musicado por Joaquim de Pinho Brandão, do lugar do Paço, o qual veio a ser também adoptado pelo Grupo Folclórico de Rôssas, que iniciava as suas actuações, cantando:
Nós somos de Rôssas
Terra sem igual....

O Grupo Folclórico actuou pela primeira vez em público no dia 22 de Outubro de 1944, na primeira edição da Feira das Colheitas.
Reportando a sua actuação, “O Primeiro de Janeiro” escrevia: “...na maravilhosa realidade dum belo documentário etnográfico e folclórico, o “Rancho Típico” de Rôssas – acompanhado por uma “tocata” de violas, violinos, bandolins e guitarras – exibia-se, entre aplausos e aclamações, cantando, bailando, folgando e rindo – elas, de lenços de ramagens cruzados sobre o peito, saia de roda e chinelinha pespontada, eles de sorrisos no olhar, coração sensível e uma flor vermelha na lapela do casaco. E a voz da cantadeira-mor, destacando-se de entre o coral harmonioso e magnífico ia “comandando”, melodiosamente, o bem ritmado compasso daquele bailarico popular:

“Ó cana real das canas,
Quem de mandou aqui vir !?...”

O teatro amador, foi, desde a primeira hora, acarinhado apaixonadamente pela população e, embora com algumas intermitências, nunca mais deixou de atrair intérpretes e espectadores, graças, sobretudo, à Associação Social, Cultural e Recreativa Unidos de Rôssas e ao Grupo Cultural e Recreativo de Rôssas.
No período do pós 25 de Abril, foram formadas várias associações, para além das duas acima referidas e de entre as quais cabe destacar o Sport Rôssas e Malta, o Clube do Ambiente e Património do Arda e Urtigosa (URTIARDA), a Associação dos Amigos de Rôssas, Associação Cultural e Recreativa de Saril, Associação Cultural, Desportiva, e Recreativa de Provizende e Centro Cultural e Desportivo de Provizende.

Urtiarda
O que é a UrtiArda?
A UrtiArda - Clube do Ambiente e Património do Arda e Urtigosa é uma associação juvenil de âmbito ambiental e local, fundada em 1999, com sede na freguesia de Rôssas, concelho de Arouca, distrito de Aveiro.
A UrtiArda é, em Julho de 2004, constituída por 243 associados. Os associados estão obrigados ao pagamento de uma quota anual cujo valor actual é de 6 euros, além de uma jóia de inscrição no valor de 5 euros.
A UrtiArda é membro da Federação das Associações do Município de Arouca (FAMA); Federação das Associações Juvenis do Distrito de Aveiro (FAJDA); Rede Portuguesa de Educação Ambiental; Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente; Registo Nacional de Associações Juvenis (RNAJ); Registo Nacional de Organizações Não Governamentais (ONGA).

Porque surge a UrtiArda?
Os rios e ribeiros do nordeste peninsular são ecossistemas complexos de grande biodiversidade. Ao redor desses cursos de água de pequena e média dimensão desenvolve-se, nomeadamente nos vales, uma agricultura intensiva ligada ao curso de água. Apesar desta ocupação intensiva do solo o homem praticou uma agricultura que se harmonizava com o meio. Nos pequenos e médios cursos da região de Arouca a água tinha um papel determinante na vida de todos os seres. A água destes cursos regava os prósperos campos do vale do Arda e para o seu aproveitamento foram criados pequenos diques, denominados açudes, de maneira a regar o milho, que assumiu nos últimos quinhentos anos um papel determinante na sobrevivência das populações da região. Na repartição das águas na construção das levadas dos direitos adquiridos pelas famílias surgiram uma série de normas jurídicas não escritas que eram aceites por toda a comunidade. Os consortes tratavam do arranjo das levadas e as águas eram levadas a todo o vale num respeito por regras ancestrais tacitamente aceites. Do mesmo modo se zelava pelos açudes que encoravam as águas que tocavam os rodízios dos moinhos. Neles se moía a farinha, principalmente a de milho, que era ingrediente fundamental para a confecção do pão de milho designado de broa. Dessa farinha também se alimentavam os suínos e se engordava uma das preciosidades genéticas do concelho de Arouca : a vaca de raça Arouquesa. O rio tinha pois um papel fundamental na vida da comunidade.
Esta relação do homem com o rio por ser tão natural e harmoniosa fez com que estes cursos de água de montanha conservassem até aos anos mais tardios do século vinte uma riqueza ímpar em termos de biodiversidade. Para além da riqueza cultural que gerou esta cumplicidade do homem e do rio, mantiveram-se através dos séculos centenas de espécies de animais e plantas em equilíbrio perfeito.
Junto às margens de rios como o Arda e particularmente o Urtigosa regista-se a ocorrência de muitos mamíferos, répteis e aves. Entre os mamíferos podemos registar: Lontra, Lutra lutra; a raposa, Vulpes vulpes; o javali, Sus Scrofa; a geneta, Genetta genetta; o toirão, Mustela putoris; a doninha, Mustela nivalis; o ouriço-cacheiro, Erinaceus europaeus. Entre as aves será importante salientar duas, que são características dos rios e ribeiros de montanha: o melro-de-água, Cinclus cinclus; o guarda-rios, Alcedo athis. Depois, e sem sermos exaustivos, podemos assinalar: a rola, Streptopelia turtur; o pombo torcaz, Columba palumbus;o chapim-real, Parus major;o pisco-de-peito ruivo, Erithacus rubecula;o gaio-comum, Garrulus glandarius; a pega rabuda, Pica pica; a trepadeira-azul, Sitta europea; a alvéola-amarela, Motacilla flava; a garça-real, Ardea cinerea;o gavião da Europa, Accipiter nisus; o mocho galego, Athene noctua; a coruja do mato, Strix aluco. Em relação aos répteis e anfíbios podemos assinalar, como exemplos: a cobra-de-água de colar, Natrix natrix; o sardão, Lacerta lepida; a salamandra de pintas amarelas, Salamandra salamandra; a rã verde, Rana perezi; o sapo-comum, Bufo-bufo; o tritão-de-ventre-laranja, Triturus boscai. A vegetação e a flora assumem particular exuberância na bacia hidrográfica dos rios do concelho de Arouca. Dos rios Arda e Urtigosa podemos salientar algumas espécies: o castanheiro, Castanea sativa Mill.; o carvalho-negral, Quercus pyrenaica; o amieiro, Alnus glutinosa(L.) Gaertn; o freixo, Fraxinus angustifolia Vahl; a gilbardeira, Ruscus aculeatus L; o feto-real, Osmunda regalis L.; o feto-fêmea, Atryrium filix-femina(L) Roth; o feto-macho, Dryopteris filix-mas (L.) Schott; o hipericão-do-Gerês, Hypericum androsaemum L.; o trovisco, Daphne gnidium L., etc... Dos peixes destacam-se: a truta fário, Salmo trutta L.; a boga, Chondrostoma polylepis; o escalo, Leuciscus (Squalius) cephalus L.; o barbo do norte, Barbus bocagei; a enguia, Anguilla Anguilla L.
Como já se disse nas comunidades camponesas da região de Arouca a harmonia entre o homem e o rio foi um facto de séculos. Com a chegada do século vinte, em particular a partir dos anos setenta, esse equilíbrio, que se alicerçava numa agricultura de subsistência, vem sendo alterado, fruto da mecanização agrícola, da intensificação da pesca desportiva, e da poluição das águas. A modernização da agricultura, nomeadamente a ribeirinha, tem um terrível impacto nos rios com o uso indiscriminado de pesticidas, herbicidas e adubos químicos. Do mesmo modo, e através da modificação dos hábitos de consumo, apareceu o uso sistemático de embalagens descartáveis (de plástico, metálicas, de vidro) trouxe às populações uma realidade até aí desconhecida. Os esgotos das diversas explorações agrícolas e os esgotos domésticos dos aglomerados urbanos, em crescimento, começaram a ser lançados aos rios sem qualquer tipo de tratamento. Tudo isto ocorre a par de um progressivo abandono pelas autoridades das suas funções de fiscalização e aplicação das leis; tudo isto em contradição com a profícua produção legislativa para a área ambiental. Com o surgir desta nova realidade os peixes começaram a diminuir, drasticamente, e o aumento exponencial de pescadores, sem estarem sujeitos a uma fiscalização efectiva, fez com que o mais nobres e apreciados peixes de água doce caminhasse para a extinção. De facto, para além dos problemas enunciados, a pesca sem regras, com a captura sistemática de exemplares de pequena dimensão, e o uso de meios ilegais, fez com que os efectivos se reduzissem ao mínimo.
Desta realidade vai surgir na freguesia de Rôssas, concelho de Arouca, em Agosto de 1999 o projecto UrtiArda que se propõe, delinear uma intervenção que permita salvaguardar um património cultural e ambiental riquíssimo. O nome UrtiArda surge da junção dos nomes Urtigosa e Arda, os rios que banham a freguesia, e que vão ser o eixo de uma intervenção ambiental que não se limita aos próprios rios mas a toda a complexidade natural e humana que se foi construindo em seu redor. Numa das suas primeiras intervenções a UrtiArda inicia a recuperação de dois moinhos de água tradicionais, em parceria com a Junta de Freguesia de Rôssas . Ao mesmo imprime um prospecto para dar conhecimento à população das suas intenções, resumindo, em boa parte, os pressupostos do projecto e que acaba assim: ...”O objectivo último será devolver o Rio às pessoas e a este a sua riqueza original”. Ora esta devolução do rio às pessoas não podia ignorar as enormes mudanças de ordem económica e social que se verificaram no nosso país nas últimas décadas, nem recuperar muitas das formas tradicionais de cultivo da terra. Procurou-se então pôr em relevo aquilo, que por ser tão banal e próximo, escapava à maioria das pessoas. Um rio era muito mais que um fluxo de água; foi durante séculos, o sangue que deu vida aos avós dos nossos avós. Cuidar do rio era manter acesa a sua memória. De igual modo se procurou fazer ver que as árvores que o rodeavam, as ervas das margens, os animais, faziam parte do rio, tinham nomes, importância, diferenças... O rio era de todos e, de certo modo tudo e todos pertenciam ao rio.

Quais foram os primeiros passos?
Enquadrada a problemática e os pressupostos da acção, a UrtiArda deu-se a conhecer aos habitantes da freguesia de Rôssas numa primeira reunião aberta a todos onde foram explicados os motivos do nascimento do projecto e quais os passos que iriam ser dados: Foram definidos objectivos prioritários:
1- Restauro de três moinhos tradicionais , nas margens do rio Urtigosa em parceria com a Junta de Freguesia de Rossas;
2- Encetar diligências junto da Divisão de Caça e Pesca da Direcção Regional de Agricultura de Entre Douro e Minho para a criação de uma Zona de Abrigo Temporário no rio Urtigosa e ribeira da Escaiba, de forma a permitir a limpeza e repovoamento piscícola dos mesmos durante um período mínimo de quatro anos;
3- Estabelecer um protocolo com a Célula Ecológica da Escola E. B. 2/3 para se proceder a limpezas periódicas do leito e margens do rio;
4- Iniciar, em estreita colaboração com os serviços da Divisão de Caça e Pesca da Direcção Regional de Agricultura de Entre Douro e Minho o repovoamento de trutas fário;
5- Promover acções pedagógicas junto das populações ribeirinhas divulgando, através de prospectos, exposições fotográficas e foto-documentais e de reuniões periódicas;
6- Instalação de um viveiro provisório de criação de trutas fario para apoio ao repovoamento.
A adesão foi grande e muitos participaram pela desconfiança, pois existiam receios que os elementos da UrtiArda estivessem a preparar um plano que impedisse a população de usufruir dos dois rios que correm na freguesia: o Urtigosa e o Arda. Perante o que foi apresentado e à medida que foram executadas as acções previstas foi aumentando o apoio das pessoas ao projecto. É de referir que na primeira reunião aberta ao público muitos participaram pelo receio de lhe serem retirados os direitos de acesso ao rio e de lhes serem impostas novas práticas de usufruto que colidissem com alguns direitos adquiridos. Com o tempo todos os receios se revelaram infundados o que tem contribuído para a progressiva adesão ao projecto, inclusive dos pescadores.

O que fez a UrtiArda?
A UrtiArda tem promovido e executado múltiplas actividades desde a sua fundação, 1999:

1- Limpezas do rio Urtigosa e da Ribeira da Escaiba.
Desde o ano 2000 a Associação tem efectuado sempre duas acções de limpeza. Em média participam cerca de cinquenta pessoas. Destas a maior parte pertence à comunidade educativa do concelho (alunos e professores); desde 2003 tem aumentado a participação de adultos, sem ligação directa às escolas, em particular dos pescadores. A princípio havia grande quantidade e diversidade de lixo, quer nas margens quer no leito dos rios: todo o tipo de embalagens; animais mortos, velocípedes inteiros ou em partes, pneus, restos de electrodomésticos, em suma, o rio era a lixeira mais à mão! Depois de recolhido e transportado o “espólio” é depositado na berma da estrada mais frequentada da freguesia para chamar a atenção da população. Hoje há menos lixo no rio, as pessoas olham para o rio com mais atenção depois de voltarem a ver trutas naquelas águas, de participarem em campanhas de divulgação promovidas pela associação (exposições, prospectos, palestras e debates). A mensagem tem chegado às pessoas, o rio recupera a dignidade.
Falta falar do financiamento.

2- Acções de Sensibilização

Exposições
“Os Rios e o Homem: Património, Fauna e Flora”. 23 fotografias a cores alusivas aos citados rios, impressas em painéis kline, xcm7xcm; um aquário com exemplares das diferentes espécies de peixes destas águas, algumas plantas, devidamente acondicionadas, representativas da flora ribeirinha local.
Esta exposição fez a sua estreia a 10-08-2004, no Centro Cultural de Rôssas, integrando as Festas da Senhora do Campo, em Rôssas, considerada a maior festa religiosa do concelho de Arouca.. Desde aí tem sido vista por milhares de pessoas em diferentes locais do concelho (Convento de Arouca; Escola E. B. 2/3 de Escariz; B. V. Arouca; Escola Secundária de Arouca; C. C. R. de Moldes) e em Aveiro (sede do IPJ).

“A Pesca: História Técnicas e Utensílios” 24 painéis kline com fotografias a cores ou textos; um aquário com a fauna piscícola destes rios (truta, boga, escalo, barbo e enguia); plantas ribeirinhas; artefactos de pesca utilizados ao longo dos tempos, inclusive os proibidos.
Estreou em Agosto de 2003, em Rôssas, por altura da citada festa. Estará aberta ao público, no Convento de Arouca em Setembro do corrente ano. Foi vista por centenas de pessoas.

Prospectos/desdobráveis informativos
A associação tem produzido vários prospectos dirigidos à comunidade local com intuitos de sensibilizar as pessoas para a problemática ambiental, exortando-as a seguirem práticas que respeitem a Natureza.

Placas informativas em madeira
A UrtiArda colocou, ao longo dos rios Urtigosa e da Escaiba, diversas placas em madeira onde se colocam, regularmente, informações sobre a fauna e flora do rio, resultados das análises à água do rio, e informações relevantes sobre as actividades da associação.

3- Jornadas da Terra
A UrtiArda e o Conjunto Etnográfico de Moldes, de Danças e Corais Arouquenses iniciaram em 2002 um projecto de parceria destinado à reflexão e promoção do Mundo Rural, as Jornadas da Terra.
Estas são constituídas por dois painéis temáticos por cada edição. A cada painel corresponde um tema, dois conferencistas, um espectáculo de música tradicional e uma exposição. Quer em 2002 quer em 2003, tiveram lugar nas instalações dos Bombeiros Voluntários de Arouca, nos dois últimos sábados de Setembro.

Jornadas da Terra 2002
Jornadas da Terra 2003
Tema: “A Cultura Popular e o Ambiente”
Dia 20-08, painel “A Cultura Popular”.

Conferencistas: Jorge Carolino; arquitecto. Abordou questões da arquitectura tradicional portuguesa, centrando-se no projecto de recuperação da aldeia de Póvoa Dão, Viseu, do qual foi responsável, e da posterior fruição dessa mesma aldeia.
Alfredo Machado, construtor de cordofones. Falou sobre a construção de cordofones e da sua utilização na música tradicional portuguesa.
Exposição foto-documental: “ Instrumentos portugueses de corda: processos de construção”.
Espectáculo musical: “Corais Tradicionais Portugueses” por “Mulheres do Minho” e “Conjunto Etnográfico de Moldes”.

27-08, painel “O rio como ecossistema”.
Conferencistas: José Alho, biólogo, presidente da LPN. Traçou o retrato da história do ambientalismo dos últimos 50 anos em Portugal e analisou o estado actual das acções de conservação e preservação da natureza.
Peixoto Correia, engenheiro. Passou em revista a curta história das acções de repovoamento das águas interiores em Portugal, tendo como referência as acções de repovoamento de trutas, por si coordenadas a partir dos anos 60, nesta região.
Exposição fotográfica: “Os Rios e o Homem: Património, Fauna e Flora”.
Espectáculo musical: “Música tradicional árabe, sefardita e portuguesa” por Moçárabe.
Esta edição foi co-financiada pelo programa comunitário Leader, através da Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras de Montemuro, Arada e Gralheira (ADRIMAG).

4- Acções de educação ambiental
Parceria com as Escolas do 1ºCiclo de Paços, freguesia de Moldes, Escola do 1ºCiclo do Paço, freguesia de Rôssas, Escola do 1ºCiclo da Ribeira, freguesia de Tropêço, Jardim de Infância do Paço, Rôssas, Jardim de Infância do Paço Moldes, Escola E.B.-2,3 de Arouca, Escola E.B.-2,3 de Escariz, Escola Secundária de Arouca.
Com as diferentes escolas a UrtiArda realizou palestras, visitas guiadas ao rio e aos moinhos em funcionamento, acções de limpeza do rio, acções de repovoamento com alevins da truta fario, plantação de árvores em espaços públicos no Dia Mundial da Floresta, a partir de 2002 iniciou-se um projecto de estudo da fauna e flora ribeirinha do rio Urtigosa, que ainda decorre.
Recentemente decorre um concurso de texto e desenho , subordinado ao tema “No Rio da Minha Terra”, aberto a todos os alunos do ensino básico do concelho de Arouca. Com estes trabalhos foi organizada uma exposição durante o mês de Agosto, no Centro Cultural de Rôssas, aquando das Festas da Senhora do Campo.
Participação activa nos programas de OTL do IPJ, proporcionando aos jovens um maior contacto com o eco sistema ribeirinho e a problemática do desenvolvimento sustentável e a conservação da natureza.
Visita de estudo ao Parque Biológico de Gaia e à Estação Litoral da Aguda em 12-07-2002.
Participação na Marcha da Juventude pelo Ambiente - Serra da Freita em 07/10/2000.

5- Acções de repovoamento piscícola
Repovoamentos sucessivos desde 1999 em diferentes rios do Concelho de Arouca (Urtigosa, Arda, Paivó, Deilão, Bogalheta, Moldes, Ribeira Branca, Mealha) em estrita colaboração com os Serviços Florestais de Arouca e da Divisão de Caça e Pesca da Direcção Regional de Agricultura de Entre Douro e Minho. Nestas acções é frequente a participação de alunos das escolas do concelho, bem como, de diversos associados.

6- Instalação e manutenção de um viveiro provisório de criação de trutas frio.
Na sequência dos primeiros repovoamentos e com o objectivo de tentar comparar a evolução das trutas em cativeiro e no habitat natural, cedo se pensou e realizou a ideia de ter um viveiro de trutas fário. Este desejo, realizado parcial e em situação precária por falta de condições mais adequadas (é provisório por isso mesmo), tem hoje redobrada importância face ao progressivo desmantelamento de quase todos os viveiros dos serviços do Estado, resta apenas o do Marão com o qual mantemos excelentes relações institucionais e uma estreita colaboração.
Temos envidado esforços no sentido de adquirir um terreno para construir, de raiz um viveiro de reprodução e criação de trutas fario. Conseguimos, finalmente, a cedência de uma parcela, junto ao ribeiro da Escaiba, com as características adequadas a este tipo de estrutura. É uma das obras a que, nos próximos meses, iremos deitar mão.

7- Os projectos da UrtiArda na Comunicação Social Local
A UrtiArda desde o início procurou que o seu trabalho se tornasse conhecido pelo maior número possível de pessoas. Assim são enviadas, regularmente, notas de imprensa aos três jornais do concelho( Defesa de Arouca, Jornal Roda Viva e Jornal de Arouca) fazendo referência às actividades promovidas pela associação, quer tomando posição sobre as situações lesivas do ambiente. Através da divulgação das actividades e dos seus resultados procura-se que a acções de preservação do património ambiental se estenda a outras freguesias do concelho.
Por outro lado são frequentes as referências aos projectos desenvolvidos pela associação na imprensa local.

8- O processo de Concessão de Pesca Desportiva do rio Urtigosa e da ribeira da Escaiba.
Conclusões

A UrtiArda, com os projectos apresentados e executados, tem conseguido atingir os objectivos a que se propôs: devolver o rio às pessoas. Para além disso tem sido uma voz activa em todo o concelho de Arouca através das suas constantes tomadas de posição nas questões ambientais. O eixo de actuação que foi e é o rio Urtigosa serve de exemplo concreto de que é possível, com escassos meios financeiros, agir no sentido de criar uma consciência ambiental. O rio Urtigosa foi sucessivamente limpo. Desde as primeiras campanhas de limpeza até hoje foi-se retirando cada vez menos lixo do rio. Muitos dos que poluíam o rio deixaram de o fazer. Muitos dos que o faziam tornaram-se elementos activos das acções de limpeza. O outrora depauperado efectivo piscícola recuperou de forma assinalável. A limpeza do rio, a fiscalização sistemática, a redução dos períodos de pesca, o repovoamento com novos efectivos, o aumento da medida definida pela lei geral da pesca em águas interiores dos peixes capturados, muito tem contribuído para a recuperação do rio. Além do mais, e essa foi a maior preocupação da UrtiArda, desde o começo olhou-se para o rio como uma realidade frágil e complexa, que estava intimamente ligada à vida de toda a comunidade, e que não podia continuar a suportar tamanhas agressões e tamanha indiferença.
Uma das preocupações e dos objectivos da UrtiArda foi que todos os projectos tivessem um carácter pedagógico, e que através dos bons resultados se transmitisse ao maior número de pessoas. Hoje a UrtiArda é referida como possibilidade de se agir e alcançar resultados. Além do trabalho da UrtiArda ser citado quando se fala de ambiente no concelho, é de salientar que entretanto já foram realizadas outras acções de limpeza um pouco por todo o concelho, inclusive promovidas pela Câmara Municipal. O ordenamento dos belíssimos rios do concelho de Arouca é, agora, uma das questões mais faladas e já existem alguns movimentos no sentido de agirem na recuperação dos cursos de água da sua freguesia.
A adesão dos associados tem vindo a aumentar ao longo dos anos. Os associados participam nas actividades em número suficiente; pagam, regra geral, as quotas a que estão obrigados, contribuindo para o financiamento da associação. Há cada vez mais associados de outras freguesias e de concelhos das redondezas.
São cada vez mais frequentes as solicitações de colaboração da associação por parte da comunidade educativa de Arouca.
A UrtiArda tem promovido várias actividades em parceria com as escolas e com outras associações de Arouca, em especial com o Conjunto Etnográfico de Moldes, de Danças e Corais Arouquenses e com o Centro Cultural e Recreativo de Moldes.
A UrtiArda tem contribuído para a formação cívica de grande parte dos jovens da nossa comunidade local, através de acções desenvolvidas individualmente ou em parceria com as escolas. Desta forma se vão moldando novas mentalidades e promovendo novas atitudes e comportamentos.
Desta forma também se conquistaram, para uma acção que ultrapassa a problemática sobrevivência de uma espécie (a truta fario), as pessoas da freguesia e do concelho, incluindo alguns entusiastas da pesca à truta.
O nome UrtiArda surge, como já se referiu, da junção dos nomes do rios Urtigosa e Arda, ora uma das dificuldades com que nos temos deparado é precisamente a intervenção no Arda. De facto este rio que atravessa todo o fértil vale de Arouca continua a ter sérios problemas de poluição com muitos esgotos a serem despejados no rio sem tratamento. Apesar das constantes tomadas de posição da UrtiArda em relação aos problemas que afectam o rio as questões a resolver são de tal ordem que ultrapassam os meios de que a associação dispõe. Apesar disso foram tentadas iniciativas de repovoamento piscícola, que foram infrutíferas pela situação em que o rio se encontra. No último semestre de 2003 o Arda foi envenenado em parte do seu curso não ficando único ser vivo. Até hoje, e apesar das denúncias da UrtiArda, não se procuraram apurar responsabilidades.
Outros projectos que permitiriam optimizar os esforços da UrtiArda, como por exemplo a construção de uns viveiros para assegurar os repovoamentos, torna-se difícil de concretizar pela escassez de recursos financeiros da associação.
Tendo em conta o caminho percorrido desde o início do projecto os objectivos têm sido atingidos e fica-nos a certeza de que o rio está vivo e tem futuro.

Centro Cultural e Desportivo de Provesende
Provesende – Rossas - Arouca
Telemóvel: 917 143 526

O Centro Cultural e Desportivo de Provesende é uma associação criada em Maio de 2003, que se tem dedicado à realização de eventos culturais, recreativos e desportivos.
Pequena em idade (é das associações mais jovens do concelho) e pequena em dimensão –conta actualmente com pouco mais de uma vintena de sócios e não tem sede própria.
Fazer reviver algumas tradições tem sido uma das suas prioridades.
A realização de um presépio em tamanho real e a respectiva iluminação de Natal; “Correr o Velho” (despedida do “ano velho” na noite de fim de ano); cantar as janeiras e os jogos tradicionais, são algumas das actividades que esta associação tem revivido em Provesende.
Mas é na música tradicional e popular portuguesa que esta associação mais se tem revelado, com o seu “Grupo Verde Giesta”, um dos poucos agrupamentos do género em Arouca.
Dos eventos que o Centro Cultural e Desportivo de Provesende tem vindo a realizar, há que destacar o “I Torneio de Futebol de 8”, realizado em 2004, no campo de jogos de Sinja e a “Festa de Verão” que se vem realizando todos os anos e que em 2004 contou com a participação do “Grupo Verde Giesta”, o Rancho Folclórico Juvenil de Lourosa de Matos e o Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Mansores e em 2005 contou com o “Grupo Verde Giesta”, o Grupo de Cantares do G.C.R.Rossas e o grupo “Pára, Bebe e Espeta o Garfo”

Associação Social, Cultural e Desportiva Unidos de Rossas
lugar do Souto
Rossas
4540- 999 AROUCA
telem.: 918 853 518 (Presidente: António Brandão)
e_mail: Unidos_de_Rossas@hotmail.com

A Associação Cultural, Desportiva e Recreativa "Unidos de Rossas", nasceu oficialmente a 5 de Agosto de 1975. no entanto o inicio das suas actividades remontam ao principio da década de 60, pois falar dos unidos de Rossas é também falar de teatro em Rossas, que com engenho e arte se notabilizou, extravazando as fronteiras da freguesiae mesmo do próprio concelho. Êxitos que são de recordar, como seja a peça "Os Lobos", da autoria de um dos responsáveis da Associação o qual obteve uma Menção Honrosa no concurso de textos teatrias organizado pela Universidade do Porto.

O grupo de teatro e o Rancho Infantil, começaram por ser de facto o embrião dos "Unidos de Rossas".

No entanto as actividades da associação distribui a sua acção em multiplas actividades tanto no campo cultural como desposrtivo e recreativo. Na área desportiva o Atletismo têm uma grande relevância, sendo que o Grande Prémio de Atletismo de Rossas, integrado no programa das festas da Sra do Campo já vai na sua Vigésima oitava edição, tendo nesta participações de atletas de nome a nivel nacional e internacional.

Sócios Fundadores: António O. S. Brandão, lugar do Cabo; António de Almeida Fernandes, lugar da Fonte; António Bastos Pinho, lugar das Sibanas; António Soares Costa, lugar do Paço; Óscar Porfírio S. Almeida, lugar de Zendo; Carlos Alberto C. de Pinho, lugar do Vale; José dos Santos Tavares, lugar do Carvoeiro; Preciosa Teixeira Fernandes, lugar de Treçoso; Manuel Azevedo Brandão, Lugar de Eidim; Artur Teixeira Fernandes, lugar de Treçoso; Maria Manuela Amaro Guedes, lugar do Vale; António Almeida Azevedo Brandão, lugar de Eidim.

Mensagem do Presidente:
A Associação "Unidos de Rossas" é filha legítima do 25 de Abril. Como o Próprio nome indica, os seus fundamentos dsão a unidade dos jovens e do povo em geral, em redor de um projecto que bem cedo começou a dar frutos.

Completamente aberta a todos e a todas as tendências, sem dogmas ou fundamentalismos, a Associaçõ marcou a diferença a vários niveis e em, pouco tempo, tornou-se numa referência do associativismo no distrito de Aveiro. Abrangendo vários campos de actividade, desde o atletismo à columbófilia passando pelo teatro e o folclore, os "Unidos de Rossas", apesar de momentos menos bons, ainda hoje desfrutam de potencialidades que lhe garantem o futuro. Assim os mais novos saibam compreender e aproveitar um trabalho de que legitimamente nos orgulhamos.

António de Almeida Azevedo Brandão
Primeiro Presidente e Sócio Fundador

Actividades:
* Grande Prémio de Atletismo de Rossas a realizar no segundo Sábado de Agosto;
* Futebol, com a participação continua nos torneios de futebol infantil/juvenil organizados pela Camara Municipal de Arouca;
* Teatro;
* Columbofilia;
* Folclore - com o Rancho Folclórico Juvenil de Rossas, tendo a seu cargo a realização de um festival anual, indo já na sua 4ª edição;

ACDRP - Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Provisende
E-Mail: acdrpweb@acdrp.aroucanet.com
web: acdrp.aroucanet.com

Fundação da ACDRP
A Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Provisende foi fundada em 1988, através de escritura lavrada no Cartório Notarial de Arouca, de 6 de Setembro de 1988.

Tem como objecto social a promoção de actividades culturais, desportivas e recreativas e ainda dar assistência aos seus associados e a toda a população.

Uma das principais acividades e nucleo de desenvolvimento da ACRDP tem a sua origem no grupo de folclore o qual dá pelo nome de:

Rancho Folclórico de Provisende
Sem grandes tradições folclóricas, o rancho enquadra-se numa necessidade de ir às origens de um povo com tradições ligadas às suas lides do campo. Os seus cantares nas ceifas e nas desfolhadas, os bailes nas eiras, as longas noites de serão à lareira e à luz da candeia, transmitiram ao longo dos tempos danças e cantares, usos e costumes, que este rancho tenta reviver.
Fundado em 1999, teve a sua primeira aparição ao público em 24 de Junho de 1999, na festa de S.João Baptista, orago deste lugar.
Gente muito jovem e cantigas alegres - com letras que falam da vida no campo, dos namoros de antigamente mais bem recatados, das desfolhadas, dos bailaricos, etc., - são características marcantes deste rancho.
Grupo muito numeroso, chegou a ter mais de 50 elementos.
Sendo a maioria dos elementos residentes no lugar de Provesende, houve no entanto que se recrutar em povoações vizinhas, músicos e dançarinos, com experiência no folclore. No entanto essa experiência tem sido transmitida aos mais novos com bastante sucesso.
Ao seu ensaiador e acordionista, Sr. Albino “do Mariana”, com grandes tradições no folclore, deve-se a recolha de grande parte do repertório deste rancho, inclusivamente a letra do hino deste grupo.
O pequeno par de dançarinos “Juliana e Miguel”, na altura da fundação com apenas 4 anos de idade, tem sido um dos símbolos mais emblemáticos deste agrupamento.

Todos os anos realizam na altura do Verão um festival de folclore.

Contactos:
Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Provisende
Provesende – Rôssas - Arouca
4540-486 Rôssas Arc

Rancho Folclórico de Provisende
Provesende – Rôssas - Arouca
4540-486 Rôssas Arc

E-Mail: acdrpweb@acdrp.aroucanet.com
web: acdrp.aroucanet.com

GCRR - Grupo Cultural Recreativo de Rossas
O Grupo Cultural e Recreativo de Rossas, GCRR, é uma associação que foi fundada a 11 de Junho de 1981, tendo-se destacado ao longo dos seus anos de existência nas mais diversas áreas, como sendo a música, o desporto, os jogos tradicionais, as rendas e bordados, entre outras. É, no entanto o teatro actividade por excelência, desta associação, fruto das raízes que esta arte tem na freguesia de Rossas. É com muito agrado que este grupo de teatro é hoje reconhecido a nível concelhio e não só. Este grupo prepara anualmente uma peça de teatro, geralmente em três actos, com estreia na freguesia, mas que é, posteriormente, representada nas várias salas de espectáculos do concelho e fora dele.
Do historial do grupo faz também parte um orfeão, criado em 1987 e que durante os seus anos de vida, acedeu a inúmeros convites actuando nos vários palcos do concelho e colaborou no enriquecimento dos espectáculos do grupo de teatro.
O GCRR possui também um grupo de cantares, fundado em 1999, com cerca de 30 elementos, com o qual tem acedido a vários convites que dirigidos por parte das autarquias, juntas de freguesia, instituições e até particulares e no âmbito do qual desenvolve alguma formação a nível dos instrumentos populares.
O desporto faz também parte das actividades desta associação que possui duas equipas de futebol, uma masculina e outra feminina, que participam nos principais torneios do nosso concelho e equipas de juniores que marcam presença nos torneis de Verão organizados pela Câmara Municipal.
Durante alguns anos desenvolveu um Curso de Rendas e Bordados que culminava com uma exposição aquando das festividades de Nossa Senhora do Campo, em Agosto, onde associação também marca presença com um pequeno bar, organizado pelos mais jovens.
A sede do GCRR situa-se no lugar do Matinho, em Rossas, onde tem um pequeno bar aberto aos amigos e associados.
Em todas estas actividades, em que o GCRR mobiliza cerca de uma centena de pessoas, e noutras, pontuais, a saber o cantar dos reis, festas de passagem de ano, Natal, Carnaval, Halloween, peddy-papers, torneios de sueca e de malha, aniversários da associação, entre outras esta associação tem vindo a fazer um percurso sempre em prol dos jovens e menos jovens da freguesia de Rossas.

Contactos:
Grupo Cultural e Recreativo de Rossas
Matinho
Rossas
4540-011 Arouca

Telefone: 256947699
Telemóvel: 916152090 (Sandra Rocha, Presidente da Direcção)
Fax: 256947699
E-mail: gcrr@mail.pt
Web: www.gcrr.com.sapo.pt

Amigos de Rossas
Uma das Ultimas associações criadas na freguesia com o objectivo de divulgar o FOLCLORE com um grupo formado na sua maioria por jovens.

contribuindo assim para a preservação e recolha de tradiçoes e danças e cantares do povo de Rossas e arredores, animando as suas festas.

Sport Rossas e Malta
O Sport Rossas e Malta foi fundado em 05-01-1983 e actualmente tem 72 associados.
Está filiado na F.A.M.A. e tem como principais actividades Desporto, Cultura e Recreio.
Os órgãos directivos são constituídos por:

Direcção
Presidente: Joaquim Almeida Gomes
Tesoureiro: Fernando Gonçalves Almeida
1º secretário: Alberto Santos Vieira
Vogal: Américo Tavares

Assembleia-geral
Presidente: Feliciano Augusto Dias Soares
Vice presidente: David Brandão Silva

Conselho Fiscal
Presidente: Alberto Manuel T. Silva
Vice-presidente: Fernando Pinho

Morada:
Costa, Rossas
4540 Arouca

Telefone: 256 947 401
Telemóvel: 91 635 8486